julho 13, 2007
julho 08, 2007
TCC
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
PROPOSTA DE PESQUISA
PROPOSTA DE PESQUISA
DIMENSÃO:
A Gestão Escolar da Inovação: Reflexos na Atuação do Professor e na Aprendizagem dos Alunos
INDICADORES:
Organização Institucional
Práticas do Professor e Reflexos na Aprendizagem dos Alunos
SUMÁRIO:
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO
2. REFERENCIAL TEÓRICO
- O Uso das Tecnologias na Educação: um caminho sem volta
- O Que é a Gestão Escolar da Inovação?
- Reflexos da Gestão Escolar no Trabalho do Professor e na Aprendizagem dos Alunos
PRINCIPAIS TEÓRICOS – FUNDAMENTAÇÃO
- JOSE MANUEL MORAN
- HELOISA LÜCK
- ISABEL LETÍCIA PEDROSO DE MEDEIROS
- JEAN PIAGET
- JOSE ARMANDO VALENTE
- MARIA ELISABETTE BRISOLA BRITO PRADO
- MARIA ELIZABETH BIANCONCINI DE ALMEIDA
- MONICA ESTRÁZULAS
- PAULO FREIRE
3. DESENVOLVIMENTO DA EXPERIÊNCIA
- Relato da Experiência
- Análise da Experiência
4. CONSIDERAÇÕES GERAIS
4. CONSIDERAÇÕES GERAIS
junho 29, 2007
OFICINAS DO CURSO
As oficinas opcionais foram excelentes, lamento que nós cursistas não pudéssemos cursar todas elas. Consegui me inscrever em três, depois do vai-e-vem das matrículas e rematrículas:
*Autoria de Jogos Educacionais ( difícil mas muito interessante);
*Seminário Paulo Freire ( extremamente bem organizado);
*Uso de Blogs e Flogs na Educação ( show de bola!!).
Aliás, não sei porquê constam como opcionais. Na de Blogs e Flogs, aprendemos vários recursos que teriam sido extremamente úteis no decorrer do curso.
No seminário Paulo Freire há toda um referencial teórico p/ nossa prática pedagógica na escola, mais amplo e abrangente que Piaget (no sentido de gestão, de princípios filosóficos e pedagógicos); não apenas centrado na aprendizagem do aluno. Tanto Piaget quanto Freire poderiam ter sido estudados à exaustão durante o curso, mas não um em detrimento do outro.
Agora vou me concentrar no TCC que, por enquanto, só separei material, li muita coisa mas escrevi pouco ainda.
Veja os resultados do meu trabalho em:
Uso de blogs e flogs:http://biaproa17.blogspot.com/
Blog colaborativo sobre o Basecamp:http://basecamp-proa17.blogspot.com/
Oficina de Jogos:
http://beatrizboldrini.pbwiki.com/
http://proa13grupo1.pbwiki.com/
Textos sobre jogos educacionasi:http://proa13links.pbwiki.com/
Seminário Paulo Freire:http://www.slideshare.net/bboldrini/paulofreirebeatrizdutra/
*Autoria de Jogos Educacionais ( difícil mas muito interessante);
*Seminário Paulo Freire ( extremamente bem organizado);
*Uso de Blogs e Flogs na Educação ( show de bola!!).
Aliás, não sei porquê constam como opcionais. Na de Blogs e Flogs, aprendemos vários recursos que teriam sido extremamente úteis no decorrer do curso.
No seminário Paulo Freire há toda um referencial teórico p/ nossa prática pedagógica na escola, mais amplo e abrangente que Piaget (no sentido de gestão, de princípios filosóficos e pedagógicos); não apenas centrado na aprendizagem do aluno. Tanto Piaget quanto Freire poderiam ter sido estudados à exaustão durante o curso, mas não um em detrimento do outro.
Agora vou me concentrar no TCC que, por enquanto, só separei material, li muita coisa mas escrevi pouco ainda.
Veja os resultados do meu trabalho em:
Uso de blogs e flogs:http://biaproa17.blogspot.com/
Blog colaborativo sobre o Basecamp:http://basecamp-proa17.blogspot.com/
Oficina de Jogos:
http://beatrizboldrini.pbwiki.com/
http://proa13grupo1.pbwiki.com/
Textos sobre jogos educacionasi:http://proa13links.pbwiki.com/
Seminário Paulo Freire:http://www.slideshare.net/bboldrini/paulofreirebeatrizdutra/
junho 06, 2007
Curso de Gestores - UFRGS
Nesta 2ª-feira à tarde, esteve presente no nosso NTE ( 19ª CRE) a professora Maria Beatriz Luce realizando a aula inaugural do Curso de Gestores. Na verdade, a aula iniciou pela manhã, com a prof. Silvia, apresentando o Moodle para os diretores.
À tarde, ouvimos a prof. Maria Beatriz falando sobre de como surgiu a idéia da realização do curso, fez um breve histórico da processo de implantação da Gestão Democrática no Ensino Público, enfatizando a idéia de concepção dialógica e a construção coletiva do conhecimento na formação continuada, através desse curso à distância.
Relatou que a escola de hoje precisa ser: eficiente, eficaz, com efetividade e relevância social. A escola tem que ser a melhor para o contexto em que ela está inserida, em que ela serve.
Terminou dizendo: "...estaremos à distância, mas não estaremos distantes".
À tarde, ouvimos a prof. Maria Beatriz falando sobre de como surgiu a idéia da realização do curso, fez um breve histórico da processo de implantação da Gestão Democrática no Ensino Público, enfatizando a idéia de concepção dialógica e a construção coletiva do conhecimento na formação continuada, através desse curso à distância.
Relatou que a escola de hoje precisa ser: eficiente, eficaz, com efetividade e relevância social. A escola tem que ser a melhor para o contexto em que ela está inserida, em que ela serve.
Terminou dizendo: "...estaremos à distância, mas não estaremos distantes".
maio 21, 2007
Visão Política-Educacional-Epistemológica
Através da leitura de vários artigos, textos e trechos do livro: Paulo Freire – Uma Bioblibliografia foi possível identificar idéias e características da visão político-epistemológica do autor.
Realmente, considerar Paulo Freire apenas o criador de um Método de Alfabetização de adultos seria uma visão muito reducionista de sua obra. Todo seu legado intelectual registrado em livros, artigos, textos, revistas, vídeos, palestras; nos mostra uma mente brilhante, produtiva, conectada com o presente, sem desconsiderar o passado que gerou determinada realidade, mas já pensando nas possibilidades de suas ações no futuro. Essa conexão entre: “o que aconteceu- como está – o que pode se feito para mudar” mostra o seu profundo respeito pela história individual e coletiva do homem. Aqui aparece claramente uma característica de sua visão política-epistemológica da educação: o ato de educar como um ato de transcendência, de superação. Paulo Freire “...partia do saber popular, da linguagem popular, da necessidade popular, respeitando o concreto deles, o cotidiano de limitações deles. Além disso, não ficando no ponto de partida, apresentava uma proposta de superação deste mundo de submissão, de silêncio e de misérias, apontando para um mundo de possibilidades. (p.37)”.
Um outro aspecto importante é que, ao considerar a educação como “instrumento de organização política do oprimido. (p. 125), Freire busca a passagem da tomada de consciência até a consciência crítica, possibilitando assim uma ação sobre a realidade e , portanto, sua modificação. Vendo o conhecimento por este aspecto, vemos que suas idéias democráticas vão além do limite das simples relações entre professor-aluno e aluno-conhecimento. Aqui, o conhecimento é “(...)um processo resultante da permanente práxis dos seres humanos sobre a realidade (p.126)”.
Para Freire, educar é um ato essencialmente político.
GADOTTI, Moacir (org.) - Paulo Freire: uma Biobibliografia. São Paulo, Ed Cortez, 1996
Realmente, considerar Paulo Freire apenas o criador de um Método de Alfabetização de adultos seria uma visão muito reducionista de sua obra. Todo seu legado intelectual registrado em livros, artigos, textos, revistas, vídeos, palestras; nos mostra uma mente brilhante, produtiva, conectada com o presente, sem desconsiderar o passado que gerou determinada realidade, mas já pensando nas possibilidades de suas ações no futuro. Essa conexão entre: “o que aconteceu- como está – o que pode se feito para mudar” mostra o seu profundo respeito pela história individual e coletiva do homem. Aqui aparece claramente uma característica de sua visão política-epistemológica da educação: o ato de educar como um ato de transcendência, de superação. Paulo Freire “...partia do saber popular, da linguagem popular, da necessidade popular, respeitando o concreto deles, o cotidiano de limitações deles. Além disso, não ficando no ponto de partida, apresentava uma proposta de superação deste mundo de submissão, de silêncio e de misérias, apontando para um mundo de possibilidades. (p.37)”.
Um outro aspecto importante é que, ao considerar a educação como “instrumento de organização política do oprimido. (p. 125), Freire busca a passagem da tomada de consciência até a consciência crítica, possibilitando assim uma ação sobre a realidade e , portanto, sua modificação. Vendo o conhecimento por este aspecto, vemos que suas idéias democráticas vão além do limite das simples relações entre professor-aluno e aluno-conhecimento. Aqui, o conhecimento é “(...)um processo resultante da permanente práxis dos seres humanos sobre a realidade (p.126)”.
Para Freire, educar é um ato essencialmente político.
GADOTTI, Moacir (org.) - Paulo Freire: uma Biobibliografia. São Paulo, Ed Cortez, 1996
maio 19, 2007
Projeto de Pesquisa e Paulo Freire

Lendo material sobre Paulo Freire, há vários aspectos abordados na sua obra que penso, contribuirão no TCC:
- AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO; já que (...)”Conhecimento é um processo resultante da permanente práxis dos seres humanos sobre a realidade”. P126. Sabemos que não há prática construtiva, modificadora sem que haja a análise e a reflexão dessa prática, num movimento constante visando o aprimoramento.
- PLANEJAMENTO COLETIVO, CONSIDERANDO A REALIDADE. Neste tópico, há um ponto básico do trabalho de Freire, que é considerar o conhecimento que o aluno já possui da sua realidade e através dela, ver palavras ( temas ) geradores para que novas aprendizagens tenham sentido para o aluno na construção de novos conhecimentos.
- RESPONSABILIDADE SOCIAL; Para Paulo Freire, não há educação sem comprometimento, tanto que considera educar um ato essencialmente político, visto o seu poder de transformação da realidade de pessoas oprimidas pelo sistema social .
- RELAÇÃO PEDAGÓGICA COM DIÁLOGO, APESAR DOS CONFLITOS; aqui temos duas idéias interessantes: a do professor-aprendente e do aluno-ensinante, contrapondo-se à idéia de que o professor sabe, logo ensina e de que o aluno desconhece, logo aprende. Essa nova relação não pode ser baseada em outro fundamento democrático que não o diálogo, o respeito mútuo, a participação. Isso “(...)não exclui desequilíbrios de poder ou diferenças de experiências e conhecimentos” (p.127), mas reafirma a idéia da práxis dialética na educação.
- PARTICIPAÇÃO DE TODOS OS SEGMENTOS DA COMONIDADE; “(...) os vigias, as merendeiras, as faxineiras, os(as) secretários(as) que, ao lado de diretores(as), professores(as), alunos(as), e pais de alunos, faziam do ato de educar um ato de conhecimento, elaborado em cooperação a partir das necessidades socialmente sentidas” (p.45). Essencialmente democrático, Freire não imaginou uma escola onde houvesse autoritarismo. Pautou as relações na escola dentro de uma linha do diálogo, da participação de todos os envolvidos, da leitura da realidade, não menosprezando a organização, a hierarquia. Ainda cito :
- fortalecimento da gestão democrática;
- produção de conhecimento na escola...
- pedagogia da autonomia.
maio 17, 2007
Paulo Freire e Projetos de Aprendizagem
Lendo Paulo Freire, vemos como suas idéias são atuais e intimamente relacionadas com a Pedagogia de Projetos de Aprendizagem.
A primeira idéia que destaco é exposta numa frase sua, mundialmente conhecida: “Ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo. Os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo”. Os Projetos de Aprendizagem visam a construção do conhecimento de uma forma cooperativa, com diálogo, com interação, em comunhão com o outro, proporcionando trocas.
“Não existe um conhecimento “discursivo” mas um conhecimento
começando das experiências diárias e contraditórias de professores alunos/ alunos-professores (.127)” Aqui, há duas idéias: o conhecimento não é visto como algo pronto, finalizado, a ser entregue ao aluno pelo professor. Ao contrário, há uma valorização do saber e das vivências do aluno como ponto de partida, buscando a superação desse conhecimento. A outra idéia é da relação horizontal entre aluno e professor, onde há momentos em que o aluno ensina, além de aprender: e o professor aprende, além de ensinar. Confirmando estas idéias, (...)professores e alunos ensinam e aprendem juntos. Partindo-se do princípio que educação é um ato de saber, professor-aluno e aluno-professor devem engajar-se num diálogo permanente (...) que não exclui desequilíbrios de poder ou diferenças de experiências e conhecimentos”. (p.127)
Esse é um processo que toma lugar não na sala de aula, mas num
círculo cultural. ( p.127). Outro elemento presente na Pedagogia de Projetos é a amplitude do ambiente de aprendizagem, agora não restrito à sala de aula, mas podemos usar a expressão “círculo cultural” quando nossos alunos buscam informações na Internet ( através de pesquisa, de sala de bate-papo, em fóruns específicos, comunidades virtuais) em livros, revistas, enfim em qualquer ambiente que favoreça o processo de aprendizagem.
Essa educação também possui uma flexibilidade curricular e organizacional ( p.128) que é própria dos PAs, visto que a flexibilização do currículo é fundamental para que haja adequação dos conteúdos necessários à educação formal e contemple, ainda, os temas surgidos dos interesses individuais e grupais dentro de cada PA. Dentro ainda do currículo, temos que “aos próprios educandos caberia, em parte,programar seus conteúdos de estudos ( p.36)”, respeitando a curiosidade e os interesses dos alunos.
abril 17, 2007
Prática na Escola
A prática de PAs na escola está sendo um desafio e tanto. Encontramos muitas dificuldades na execução do projeto. Esta é uma idéia que, mesmo sendo uma prática (um estágio) não pode ser individual ou de dois, três professores. É necessário que toda a escola esteja envolvida com essa metodologia, que haja entendimento do processo por parte de todos: direção, coordenação pedagógica, professores regentes (parceiros), professores responsáveis pelo LI (se há algum). E um dos aspectos mais importantes: a motivação dos alunos. Creio que seja um trabalho que precise de uma preparação, de uma "sedução". Não podemos chegar, como se diz aqui na fronteira, de sopetão e lançar o projeto. Claro que, no nosso caso, o tempo é curto - é uma prática- o nome já diz tudo, mas está servindo para percebermos a amplitude dessa metodologia e dos problemas de planejamento e execução nos moldes do ensino atual. A primeira pergunta que nos foi feita: -quanto tempo vai durar??; a segunda: -e os conteúdos??... Lembro da Fernanda e da Rosália explicando que tudo era negociação, havia períodos na semana para o PA, que nem todos os professores participavam nem todas as séries. Ficamos perplexas: como pode trabalhar um pouco numa metodologia e um pouco noutra, mais tradiocional??? Agora, com a prática, é possível entendermos melhor essa situação.
Deficiência Física e Tecnologias Assistivas
Atendendo uma solicitação do PROA 7, criamos um blog onde estamos publicando nossas descobertas sobre a deficiência física e as tecnologias assistivas utilizadas. Os temas propostos aos grupos são muito interessantes, lamento que nem sempre sobre tempo para visitar os blogs dos colegas e aprender temas diferentes, visto que cada um aborda um assunto. Admiro quem consegue dar conta de todas as atividades propostas: eu sempre reclamo do tempo e não creio que seja falta de organização. Muitas vezes entrego tarefas com prazo vencido, mas com a certeza que fiz o possível para realizá-las. O nosso blog ainda está em construção, o endereço é:
abril 03, 2007
PA, Páscoa y otras cositas más...
Todos nós, cursistas, estamos muito envolvidos ( e eu, particularmente, apavorada)com a prática na escola de Projetos de Aprendizagem. Hora de transformar teoria em prática, e nem tudo é tão fácil quanto parece. Uma coisa é vivenciarmos essa metodologia como alunos de um curso de pós-graduação, outra bem diferente é aplicá-la numa sala de aula. É uma experiência muito significativa e desafiadora.Também é tempo de Páscoa, de "pessach"- um momento de passagem, que poderia ser num dia qualquer, num momento sem prévia definição, sem data marcada. Como pessoas e especialmente, como professores que somos, devemos estar sempre em mudança, num renascimento constante. A todos colegas e professores, uma Feliz Páscoa !
janeiro 15, 2007
Roteiro de Leituras

Depois de umas merecidas férias, ficar sem pensar em nada (a não ser comidas, presentes, descanso, piscina...)retomo meu blog e as leituras do curso. Semana passada comecei a acordar cedo para ler os livros que listei no roteiro de leituras pedido pelo prof. Leonardo em Metodologia da Pesquisa. São obras referentes à Epistemologia Genética de Piaget, Informática e Educação, Projetos de Aprendizagem. Embora em férias, meu tempo é restrito, pois minha filha de 1 ano e 11 meses também está em férias e exige atenção o tempo todo. Ela está muito falante, é muito curiosa - tenho que estar de olho!! Depois farei registros dos livros e artigos lidos.
dezembro 12, 2006
Lista de Natal

Você já preparou sua lista de pedido ao Papai Noel ??
Eu já pedi:
- saúde pra todos nós;
- paz pra todos os povos;
- amor em todos os corações;
- paciência e tolerância do tamanho que queremos que tenham conosco;
- ânimo e coragem o suficiente para enfrentarmos as dificuldades;
- humildade para reconhecermos nossos erros;
- solidariedade e fraternidade para tratarmos os outros como nossos irmãos;
- curiosidade de criança para aprendermos sempre;
- trabalho para termos dignidade...
E que Deus, em sua bondade infinita, nos conceda esses "presentes" tão valiosos !
Um Feliz Natal a todos os colegas e profs do curso, aos curiosos que acessaram este blog, aos amigos que compartilham comigo a alegria de estudar.
Que 2007 nos dê tantas alegrias quanto formos merecedores. Um abraço carinhoso , Beatriz
dezembro 07, 2006
TV: Espaço Público e Espaço Simbólico
" É preciso ver o oculto por trás do transparente"
Demerval Saviani
Nos comentários de Maria Rita Kehl, percebe-se a grandiosidade, a abrangência e o poder de infiltração da Tv nos lares das nossas crianças e jovens. É interessante notar, quando a autora afirma que a Televisão é a grande educadora e a principal fonte de informação é porque realmente ela está presente quase que na totalidade das casas e do tempo livre das pessoas. Ela está ocupando um espaço que antigamente era pertencente aos pais; mais tarde, passou a ser dividido com escola. E agora, a TV ocupa lugar de honra na vida das pessoas. E como a escola, o professor pode competir com um recurso de tantas possibilidades e encantos??
A televisão ocupa o espaço público que hoje está sendo administrado por uma geração já seduzida pelo seu poder. O que foi o movimento dos jovens em favor do impecheament do então Presidente Fernando Collor? Não fosse a divulgação, o incentivo, a idéia de rebeldia vendida pela TV, o que teria acontecido?
No nosso país, a TV ajuda a escolher o Presidente da República, não pela propaganda política gratuita, mas pela indução através da notícia favorável ou desfavorável de um determinado candidato. Aí entra o espaço simbólico representado pela TV e tudo que aparece nela ( notícias, propagandas, novelas, programas): as mensagens ocultas, os valores implícitos, as idéias subliminares e condutas repassadas principalmente através das novelas.
A maioria dos regimentos escolares fala em solidariedade, cidadão responsável, autônomo, crítico, etc. mas na prática sabemos que há preocupação excessiva com conteúdos e nenhuma análise da realidade social em que vive nosso aluno: o que olha, o que vê, o que escuta, o que consome, enfim, o que vivencia.
Nós, professores, temos duas árduas tarefas a desenvolver: primeiro, nos desvencilhar da nossa condição de espectadores/consumidores dessa cultura imposta pela mídia; segundo, auxiliar nossos alunos a fazer uma leitura mais crítica de tudo que nos rodeia.
novembro 30, 2006
Pensamento...
"O que for teu desejo, assim será tua vontade.
O que for tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino."
Deepak Chopra
O que for tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino."
Deepak Chopra
Aplicação das Mídias à Prática Pedagógica

O uso dos recursos midiáticos pela escola e sua exploração pelo professor os aproximará de seus alunos, já que diariamente estes são “bombardeados” de todas as formas pela mídia. É necessário desmistificar esses recursos e torná-los nossos aliados. Píer Cesare Rivoltella nos fala da importância “(...)da mediação entre a cultura dos meios, dos estudantes, da cultura escolar e da tradição cultural(...)”, função desempenhada pelo “mídia-educador”.
O uso dos recursos midiáticos nos aproximará da cultura dos nossos alunos. Isso envolve vários aspectos que devemos considerar e nos prepararmos para tal situação: o volume de informações disponíveis, o impacto de imagens e sons, a facilidade de interações, o aprendizado cooperativo em redes... isso tudo supõe um professor qualificado, em constante aprendizado, em sintonia com seu tempo, aberto às mudanças, flexível na sua área de conhecimento.
Ao contrário do que parece - alguém sentado ao computador, sozinho, teclando - o uso do Pc e, em especial da Internet, estabelece não só redes locais, com colegas, professores, amigos; como se estende para além fronteiras. No processo de construção de aprendizagem, isto qualifica as interações do sujeito, ampliando significativamente suas redes conceituais. Um fator que diminui a solidão no Pc justamente é a sua possibilidade de aumentar consideravelmente o volume de conhecimentos, tornando-se impossível “dominá-lo” na sua totalidade. Sempre dependeremos da ajuda, da cooperação dos outros para compreender determinados temas.
O computador, aliado a outros recursos midiáticos, se utilizado com uma metodologia construtivista, oferece a produção de conhecimentos de forma mais cooperativa, permitindo aprendizagens idiossincráticas ao mesmo tempo em que compartilha o conhecimento com o outro.
novembro 28, 2006
A Mídia e a Educação

É notória a influência dos meios de comunicação, principalmente com o uso de imagens e textos, na vida das pessoas, atingindo de forma mais observável os grupos jovens. A mídia está presente de forma muito tangível no nosso cotidiano, assumindo um “papel pedagógico” importante, influenciando na constituição dos sujeitos, somos fortemente subjetivados por ela. A produção de sujeitos já não se dá somente na família e na escola, mas principalmente através dos espaços culturais que as crianças e os jovens freqüentam.
A sociedade como um todo e a escola e os professores, de modo particular, devem compreender esse espaço cultural, apropriar-se criticamente desse dele para poder intervir. Como não há receptor passivo, a escola tem um papel importantíssimo, talvez numa dimensão maior ainda do que a família, de criar “(...) espaços em que crianças e adolescentes possam encontrar referência suficiente para aprender a organizar, selecionar e hierarquizar o imenso volume de informações, dados, imagens, sons e opiniões que recebem todos os dias.” ( Rosa maria Bueno Fischer).
É importante redefinir a prática pedagógica escolar, incentivando uma leitura mais crítica da mída, passando do senso comum e da opinião pública ao pensamento científico, oportunizando condições para que nossos alunos saibam selecionar as informações.
novembro 21, 2006
Educação, subjetividade e cultura nos espaços midiáticos
O texto “Educação, subjetividade e cultura nos espaços midiáticos” nos remete à reflexão sobre o papel da escola na atual sociedade consumista, onde vemos nossos jovens como uma grande massa de manobra, interiorizando e reproduzindo uma cultura que não lhe pertence, mas que, por força da mídia, está presente no comportamento, na linguagem, no vestiário, no consumo...
A primeira associação que faço em relação à escola refere-se ao consumismo que se prolifera também na educação. Muitas vezes, nós professores adotamos teorias, metodologias, idéias, conceitos que não temos conhecimento consistente para julgarmos sua validade, sua adaptabilidade à realidade que nos cerca mas, devido à propaganda, acabamos por utilizá-la sem conhecê-la profundamente, portanto, sem poder avaliar os prós e os contras, sem efetuar adaptações.
Em relação aos nossos alunos, notamos que há uma “padronização” comportamental, um estereótipo que é vendido através de imagens, de publicidade, de músicas – um estilo de vida que principalmente os jovens tendem a seguir. Diante disso, a questão é: -qual o papel da escola frente ao efeito devastador da mídia?
É necessário ter cuidado para não ser atropelado pela mídia, mas sim usufruir dos benefícios que ela pode nos proporcionar. Como? Trabalhando com uma metodologia que auxilie nosso aluno a não ser um ser passivo, que aceite sem questionar tudo que lhe é repassado. Precisamos de pessoas com autonomia, com senso crítico. Num mundo que oferece tantas possibilidades, é preciso discernimento para fazer as escolhas corretas. Usemos o exemplo da Internet, onde há um cabedal de informações: como o aluno saberá distinguir uma informação séria de uma superficial? Como articular o conhecimento popular com o conhecimento científico? Como valorizar o interior, os valores, o diferente em detrimento do exterior, da superficialidade, do igual? Destaco aqui a citação da autora, em que fala da importância da: “(...) criação de espaços em que crianças e adolescentes possam encontrar referência suficiente para aprender a organizar, selecionar e hierarquizar o imenso volume de informações, dados, imagens, sons e opiniões que recebem todos os dias”.
Este é o desafio da escola: saber usar os recursos midiáticos com criticidade, para não se tornar apenas mais um espaço de reprodução; incentivando no aluno a leitura crítica do mundo e dos fatos que o cercam, valorizando o diálogo, as interações, a cooperação.
A primeira associação que faço em relação à escola refere-se ao consumismo que se prolifera também na educação. Muitas vezes, nós professores adotamos teorias, metodologias, idéias, conceitos que não temos conhecimento consistente para julgarmos sua validade, sua adaptabilidade à realidade que nos cerca mas, devido à propaganda, acabamos por utilizá-la sem conhecê-la profundamente, portanto, sem poder avaliar os prós e os contras, sem efetuar adaptações.
Em relação aos nossos alunos, notamos que há uma “padronização” comportamental, um estereótipo que é vendido através de imagens, de publicidade, de músicas – um estilo de vida que principalmente os jovens tendem a seguir. Diante disso, a questão é: -qual o papel da escola frente ao efeito devastador da mídia?
É necessário ter cuidado para não ser atropelado pela mídia, mas sim usufruir dos benefícios que ela pode nos proporcionar. Como? Trabalhando com uma metodologia que auxilie nosso aluno a não ser um ser passivo, que aceite sem questionar tudo que lhe é repassado. Precisamos de pessoas com autonomia, com senso crítico. Num mundo que oferece tantas possibilidades, é preciso discernimento para fazer as escolhas corretas. Usemos o exemplo da Internet, onde há um cabedal de informações: como o aluno saberá distinguir uma informação séria de uma superficial? Como articular o conhecimento popular com o conhecimento científico? Como valorizar o interior, os valores, o diferente em detrimento do exterior, da superficialidade, do igual? Destaco aqui a citação da autora, em que fala da importância da: “(...) criação de espaços em que crianças e adolescentes possam encontrar referência suficiente para aprender a organizar, selecionar e hierarquizar o imenso volume de informações, dados, imagens, sons e opiniões que recebem todos os dias”.
Este é o desafio da escola: saber usar os recursos midiáticos com criticidade, para não se tornar apenas mais um espaço de reprodução; incentivando no aluno a leitura crítica do mundo e dos fatos que o cercam, valorizando o diálogo, as interações, a cooperação.
novembro 18, 2006
Cybercultura e Educação
Tivemos como tarefa ler o texto "Educação e Cybercultura", de Pierre Lévy. Abaixo, o parágrafo escolhido e o comentário a respeito:
“O saber-fluxo, o saber-transação de conhecimento, as novas tecnologias da inteligência individual e coletiva estão modificando profundamente os dados do problema da educação e da formação. O que deve ser aprendido não pode mais ser planejado, nem precisamente definido de maneira antecipada. Os percursos e os perfis de competência são, todos eles, singulares e está cada vez menos possível canalizar-se em programas ou currículos que sejam válidos para todo o mundo. Devemos construir novos modelos do espaço dos conhecimentos. A uma representação em escalas lineares e paralelas, em pirâmides estruturadas por «níveis», organizadas pela noção de pré-requisitos e convergindo até saberes «superiores», tornou-se necessário doravante preferir a imagem de espaços de conhecimentos emergentes, abertos, contínuos, em fluxos, não-lineares, que se reorganizam conforme os objetivos ou contextos e nos quais cada um ocupa uma posição singular e evolutiva.”
Numa época de renovação constante e veloz do conhecimento, percebe-se que não há mais como voltar ou como permanecer num estágio de tranqüilidade, de constância e de total domínio dos saberes.Portanto, não há, na educação, possibilidade de ignorar esta nova realidade que já está aí: presente, concreta, dinâmica e desafiadora. A educação enfrenta um dos seus maiores desafios: abrir-se, adaptar-se às contínuas mudanças que estão ocorrendo na sociedade como um todo: na produção e socialização de novos saberes, na relação aluno/professsor, presencial/virtual, aprendizagem individual/coletiva .
Dessa forma, quando o autor afirma que não é possível trabalharmos com um currículo fechado, pré-determinado, reconhece que os tanto os novos conhecimentos disponibilizados no ciberespaço como o uso das tecnologias e o acesso a elas determinarão o rumo da educação, da formação dos professores, da produção coletiva do conhecimento. Destaca o papel do professor como “animador da inteligência coletiva” promovendo o “aprendizado coletivo em redes”.
É necessário rever então, não somente nossa formação, mas também nossa capacidade de adaptação às mudanças, acompanhando o ritmo acelerado da sociedade atual e da produção de conhecimentos. A cybercultura veio para desestabilizar a prática educacional que vêm ocorrendo e que sabemos, já estava há muito tempo falida.
“O saber-fluxo, o saber-transação de conhecimento, as novas tecnologias da inteligência individual e coletiva estão modificando profundamente os dados do problema da educação e da formação. O que deve ser aprendido não pode mais ser planejado, nem precisamente definido de maneira antecipada. Os percursos e os perfis de competência são, todos eles, singulares e está cada vez menos possível canalizar-se em programas ou currículos que sejam válidos para todo o mundo. Devemos construir novos modelos do espaço dos conhecimentos. A uma representação em escalas lineares e paralelas, em pirâmides estruturadas por «níveis», organizadas pela noção de pré-requisitos e convergindo até saberes «superiores», tornou-se necessário doravante preferir a imagem de espaços de conhecimentos emergentes, abertos, contínuos, em fluxos, não-lineares, que se reorganizam conforme os objetivos ou contextos e nos quais cada um ocupa uma posição singular e evolutiva.”
Numa época de renovação constante e veloz do conhecimento, percebe-se que não há mais como voltar ou como permanecer num estágio de tranqüilidade, de constância e de total domínio dos saberes.Portanto, não há, na educação, possibilidade de ignorar esta nova realidade que já está aí: presente, concreta, dinâmica e desafiadora. A educação enfrenta um dos seus maiores desafios: abrir-se, adaptar-se às contínuas mudanças que estão ocorrendo na sociedade como um todo: na produção e socialização de novos saberes, na relação aluno/professsor, presencial/virtual, aprendizagem individual/coletiva .
Dessa forma, quando o autor afirma que não é possível trabalharmos com um currículo fechado, pré-determinado, reconhece que os tanto os novos conhecimentos disponibilizados no ciberespaço como o uso das tecnologias e o acesso a elas determinarão o rumo da educação, da formação dos professores, da produção coletiva do conhecimento. Destaca o papel do professor como “animador da inteligência coletiva” promovendo o “aprendizado coletivo em redes”.
É necessário rever então, não somente nossa formação, mas também nossa capacidade de adaptação às mudanças, acompanhando o ritmo acelerado da sociedade atual e da produção de conhecimentos. A cybercultura veio para desestabilizar a prática educacional que vêm ocorrendo e que sabemos, já estava há muito tempo falida.
novembro 13, 2006
Novas Leituras
Geralmente faço alguns trabalhos, leituras e postagens referentes 
ao curso no final de semana, mas mesmo assim não tem quem não torça pra que segunda não chegue, e depois que chegou , que passe rápido assim como os outros dias e chegue novamente o final de semana.
Já estamos com vários trabalhos dos Proas 5, 7, 10 e 12, o que significa muitas leituras e tarefas por fazer. Vou aproveitar o feriado e fazer a atividade integrada do Proa 10, que me parece a mais complexa, com vários itens. Muitas leituras nos outros Proas. Fui verificar se meu nome não estava na Complementação de Estudos, sei lá... às vezes, não temos retorno se as tarefas realizadas estão bem ou não... Seguimos em frente, que daqui a pouco é Natal!!!

ao curso no final de semana, mas mesmo assim não tem quem não torça pra que segunda não chegue, e depois que chegou , que passe rápido assim como os outros dias e chegue novamente o final de semana.
Já estamos com vários trabalhos dos Proas 5, 7, 10 e 12, o que significa muitas leituras e tarefas por fazer. Vou aproveitar o feriado e fazer a atividade integrada do Proa 10, que me parece a mais complexa, com vários itens. Muitas leituras nos outros Proas. Fui verificar se meu nome não estava na Complementação de Estudos, sei lá... às vezes, não temos retorno se as tarefas realizadas estão bem ou não... Seguimos em frente, que daqui a pouco é Natal!!!
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